quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Lágrimas de diamante


Eu estive na janela o tempo todo,
as gotas da chuva me abraçavam e eu continuava a ficar mais sozinho.
Eu notava o mundo girando,
enquanto lembranças ruins se aproximavam,
Eu procurava uma mão, mas eu voltava a me notar sozinho.
Mesmo com todo aquele nevoeiro eu conseguia sentir o brilho da lua.
As lembranças tornavam e eu dessa vez resolvi aceitá-las.
Me lembravam o quanto eu era bom,
Elas chegavam mais eprto
e as lágrima se camuflavam no meu rosto junto a chuva.
Eu volto a enxergar o bem-estar de antes,
mas meus olhos nao param de sangrar.

Um comentário:

  1. Bom, no estado que me encontro, crei que se sentar na janela, eu caio pra não mais levantar.
    Odeio ser pessimista, quem sabe não sou apenas realsita?! Talvez faça anos de análise contínua, que algo faça-me esquecer de pequenos bons momentos, agora sofridos.
    Vou começar a carregar um lenço, apenas prevenção, nunca se sabe quando sangrarei.
    Pensando nisto, acho que levarei uma bolsa de sangue O+ em caso de emergência.
    Abração

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